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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Onde Nasceu a Dança

            Não podemos dizer que a dança nasceu em um lugar específico, mas foi representada de diferentes formas nos mais variados locais...

Danças Milenares

Egito: a dança no antigo Egito era ritualística e tinha características sagradas. Dançava-se para os Deuses, em casamentos e funerais.

Grécia: a dança originou-se de rituais religiosos, os gregos acreditavam no seu poder mágico, assim os vários deuses gregos eram cultuados de diferentes maneiras. As danças preparavam fisicamente os guerreiros e sempre eram feitas em grupos. A dança era muito difundida na Grécia Antiga, importante no teatro, a dança se manifestava por meio do coro.

Roma: a dança entra em decadência, pois nunca foi privilegiada e só vai recuperar sua importância no Renascimento.

Idade Média: nesse período, a dança, como todos os outros movimentos artísticos, sofreu um retrocesso. A dança, pelo fato de se utilizar do corpo como expressão, foi considerada profana, porém, continuou sendo praticada pelos camponeses.

Renascimento: a dança ressurge, é apreciada pela nobreza adquirindo um aspecto social e tornando-se mais complexa, passa a ter estudos específicos feitos por pessoas e grupos organizados sendo conhecida como balé. Até essa época a dança era algo improvisado, só a partir do Renascimento passa de atividade lúdica, de divertimento, para uma forma mais disciplinada, surgindo repertórios de movimentos estilizados. O uso do termo balé, na época balleto, significava um conjunto de ritmos e passos. A moda do balleto na Itália se espalhou também pela França durante o século XVI. 
O século XVII é considerado o grande século do balé, saindo dos salões e transferindo-se para os palcos, provocando mudanças na maneira de se apresentar surgindo, assim, os espetáculos de dança.
A partir do século XVIII o drama-balé-pantomima é executado nos palcos dos teatros por verdadeiros profissionais de ambos os sexos. A dança adquire todo o seu esplendor, com ricos e belos cenários e figurinos. O balé passa a contar uma história com começo, meio e fim.


Romantismo: o termo Romantismo é absorvido pelo balé que, até aquela época, falava de histórias de fadas, bruxas e feiticeiras. Procurou recuperar a harmonia entre o homem e o mundo. É nessa época, século XVIII, que os bailarinos começam a usar sapatilhas, completando a revolução do balé.
Na segunda metade do século XIX uma mulher novamente iria revolucionar toda a dança, era Isadora Duncan, provocando uma imensa renovação com uma dança mais livre, mais solta, mais ligada à vida real

fonte: http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=102

Quando nasceu a Dança

A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré-História, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas.
       O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os primeiros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo.
      Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia, em virtude das comemorações aos jogos olímpicos.



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

As mais Famosas Histórias do Ballet

       Saiba quais os ballets mais apresentados em festivais de dança nas academias e nos festivais competitivos.

1. O Quebra-Nozes
       Composto por Tchaikovsky em 1891, este clássico é o ballet mais executado da época moderna. Começou em 1944, quando a primeira produção de O Quebra-Nozes foi realizada na América pelo San Francisco Ballet. Desde então, tornou-se uma tradição a se realizar durante as férias. Este ballet, tem algumas músicas bem conhecidas, e a sua história traz alegria para as crianças e adultos.
2. O Lago dos Cisnes
       O Lago dos Cisnes é o mais tecnicamente e emocionalmente desafio de balé clássico para uma bailarina.        Sua música excedeu em muito o seu tempo, fazendo notar em muitos dos seus executantes que era um ballet muito difícil e complexo para a dança. Desconhece-se muito de sua produção original, mas a produção revista pelos coreógrafos famosos Petipa e Ivanov é a base das muitas versões que vemos hoje. O Lago dos Cisnes será sempre considerada como o padrão de balés clássicos e será realizado ao longo dos séculos. É o ballet para qualquer grande bailarina se consagrar.
3. Sonho de Uma Noite de Verão
       Sonho de uma noite de verão foi adaptado para vários estilos de arte. No entanto, em 1962, George Balanchineestreou seu primeiro ballet. Sonho de uma noite de verão, um clássico de Shakespeare, serviu como base do ballet de Balanchine. Ele reuniu a música de Mendelssohn que compôs uma abertura para o ballet e música incidental subseqüente em 1843. E um bailado popular e agradável que agrada quase todo o público.
4. Coppélia
       Coppélia foi composta por Delibes e coreografia de Arthur Saint-Léon. A história foi escrita por Arthur Saint-Léon e Charles Nuitter. Coppélia é um conto de luz do coração do homem que retrata o conflito entre o idealismo e o realismo, arte e vida. Um ballet cómico brilhante que apresenta música e dança animada. Sua estreia na Ópera de Paris foi bem sucedida em 1871 e continua a ser bem sucedido até hoje.
5. Peter Pan
       Peter Pan é um balé maravilhoso para toda a família. A dança, cenários e figurinos são tão coloridos quanto a própria história. Peter Pan é relativamente novo para o mundo do balé. Não há nenhuma maneira correta de executar a peça, ela pode ser interpretada de forma diferente por cada produtor, coreógrafo e diretor musical. Apesar de cada produção poder ser diferente, a história permanece sem variação – e é por isso que ele é um clássico.
6. A Bela Adormecida 
        A Bela Adormecida foi o primeiro balé de Tchaikovsky. Sua música era tão importante como a dança! A história de A Bela Adormecida é um jogo perfeito para o ballet – celebrações em um magnífico castelo, a batalha do bem e do mal e a vitória triunfal de amor eterno. O que mais você poderia pedir? A coreografia foi criada por Marius Pepita de renome mundial, que também coreografou O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes. Este ballet clássico será executado enquanto o mundo existir.

7. Cinderela
       Muitas versões de Cinderela existem, mas o mais comum são aqueles que usam as referências de Sergei Prokofiev. Prokofiev começou seu trabalho em Cinderela em 1940, mas fez uma pausa durante a II Guerra Mundial. Ele terminou a montagem, em 1945. Em 1948, o coreógrafo Frederick Ashton encenou uma produção de longa-metragem, utilizando a música de Prokofiev, que acabou por ser um enorme sucesso. Cinderela não é apenas um filme, é um ballet também, e ele merece a mesma quantidade de atenção.

Dançando desde a pré-história?

       A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré-História, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas.
       O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os primeiros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo.
      Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia, em virtude das comemorações aos jogos olímpicos.
      O Japão preservou o caráter religioso das danças. Até hoje, elas são feitas nas cerimônias dos tempos primitivos.
      Em Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em homenagem ao deus Baco (deus do vinho), e dançava-se em festas e bacanais.
    Nas cortes do período renascentista, as danças voltaram a ter caráter teatral, que estava se perdendo no tempo, pois ninguém a praticava com esse propósito. Praticamente daí foi que surgiram o sapateado e o balé, apresentados como espetáculos teatrais, onde passos, música, vestuário, iluminação e cenário compõem sua estrutura.
     No século XVI surgiram os primeiros registros das danças, em que cada localidade apresentava características próprias. No século XIX surgiram as danças feitas em pares, como a valsa, a polca, o tango, dentre outras. Estas, a princípio, não foram aceitas pelos mais conservadores, até que no século XX surgiu o rock’n roll, que revolucionou o estilo musical e, consequentemente, os ritmos das danças.
      Assim como a mistura dos povos foram acontecendo, os aspectos culturais foram se difundindo.
      O maracatu, o samba e a rumba são prova disso, pois através das danças vindas dos negros, dos índios e dos europeus esses ritmos se originaram.
     Hoje em dia as danças voltaram-se muito para o lado da sensualidade, sendo mais divulgadas e aceitas por todo o mundo. Nos países do Oriente Médio a dança do ventre é muito difundida; e no Brasil, o funk e o samba são populares. Além desses, o strip-tease tem tido grande repercussão, principalmente se unido à dança inglesa, pole dance, também conhecida como a dança do cano.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia